Uma palestra que une prevenção, autoexame e acolhimento ao ambiente corporativo — reforçando diagnóstico precoce e apoio real entre colegas, sem discurso raso de campanha.
Sem uma cultura de prevenção estruturada, a empresa só reage — não antecipa. O primeiro passo é saber em que ponto do termômetro você está.
Eduardo Pigozzi Silveira é fisioterapeuta, especialista em Ergonomia, Professional & Life Coach (IBC) e analista DISC, com mais de 4.000 palestras realizadas em 22 estados brasileiros. É também pós-graduando em Gestão em Saúde Corporativa pelo Hospital Sírio-Libanês.
Sua abordagem em prevenção corporativa não é motivacional solta — é construída para conectar a campanha do mês a algo estruturado dentro da empresa, como o PCMSO e a cultura de cuidado contínuo, não um evento isolado de outubro.
Desde abril de 2026, a Lei nº 15.377 alterou a CLT (art. 169-A) e tornou obrigatório que toda empresa com empregados CLT — de qualquer porte — informe ativamente sobre campanhas oficiais de prevenção ao câncer de mama, não apenas ofereça um plano de saúde passivo.
A mesma lei garante à colaboradora o direito de faltar ao trabalho por até 3 dias a cada 12 meses, sem perda salarial, para realizar exames preventivos. A palestra é a forma mais eficaz de cumprir essa exigência de "ação afirmativa de conscientização" — documentada, não um e-mail de RH que ninguém abre.
Quero adequar minha empresa →A parte que mais gera reação na plateia — porque desarma crenças que atrasam diagnósticos.
Só quem tem histórico familiar corre risco de câncer de mama.
A maior parte dos casos acontece em mulheres sem nenhum caso registrado na família.
Fazer autoexame substitui a mamografia.
O autoexame ajuda a notar mudanças, mas não substitui o exame de imagem e a avaliação médica.
Se não sente nada, está tudo bem.
Nos estágios iniciais, muitas vezes não existe sintoma perceptível — por isso o exame preventivo importa mais que o sintoma.
Câncer de mama é só assunto de mulher.
Também pode afetar homens, e o apoio de todos no ambiente de trabalho faz parte da rede de cuidado.
O conteúdo não é só sensibilização pontual — é construído pra virar hábito coletivo, com linguagem que qualquer pessoa do time entende, sem jargão médico.
60 a 90 minutos, presencial ou online, com linguagem acessível — sem alarmismo e sem discurso genérico de "autocuidado".
Desmistificando o autoexame e os exames de rotina, com linguagem acessível e sem alarmismo.
O que dizer, o que evitar, e como o time pode ser rede de apoio real, dentro e fora do trabalho.
O papel do gestor nesse processo — da comunicação da campanha ao retorno humanizado ao trabalho.
"Tivemos a presença do Eduardo em 2 palestras. A primeira foi sobre saúde, muito animada, com participação de todos, de forma bem lúdica. A segunda foi sobre saúde mental, onde pudemos obter conhecimentos, e mais uma vez foi uma experiência incrível que iremos repetir em nossa próxima SIPAT."
Depende da data — outubro é um dos meses de maior procura do ano para esse tema. Quanto antes você solicitar a proposta, maior a chance de garantir a data ideal para sua SIPAT ou campanha interna.
Sim, com a mesma dinâmica de participação da versão presencial, adaptada para plataformas como Teams, Zoom ou Google Meet.
Sim — certificado de participação e, mediante solicitação, relatório que serve como evidência documental do cumprimento da Lei nº 15.377/2026 (ação afirmativa de conscientização).
Ela cumpre a parte de conscientização ativa. Também orientamos sobre a comunicação formal do direito de afastamento para exames, pra fechar o ciclo de conformidade com segurança.
Preencha o formulário e você recebe uma proposta personalizada em até 24h úteis — com opções de formato, investimento e disponibilidade de agenda.
Resposta em até 24h úteis.